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Fanfic vs. Intertextualidade vs. Plágio

domingo, 7 de junho de 2020


Por: queijo e uvas passas

Link no Nyah: https://fanfiction.com.br/u/684111/


Oi, oi, oi, aqui é beta queijo e uvas passas de novo! Tudo bem com vocês? Como está a quarentena? Espero que esteja tudo bem. :) 

Hoje iremos tratar das diferenças entre fanfic, intertextualidade e plágio. Aliás, será que existe diferença mesmo ou é tudo a mesma coisa?

 

Bom, existe diferença sim! E para explicar isso melhor, vou primeiro definir cada uma delas. 

 

Comecemos pela fanfic, conhecida minha de vários anos e acredito que de vocês também. Fanfic é uma abreviação, a palavra completa é fanfiction, a qual significa, no sentido literal, ficção de fã. Ou seja, é quando o fã de um filme, livro, seriado, anime, desenho animado, dorama, HQ, mangá, videogames e afins escreve uma história não canônica envolvendo o universo escolhido. 

A fanfic pode ser feita de muitas formas: explorar um personagem, acontecimento ou lugar que não foi bem trabalhado na história original; criar uma nova história no mesmo universo; escrever sobre o que aconteceu antes da história; e também sobre o que aconteceu depois; introduzir um OC (original character, em português personagem original); ambientar a mesma história ambientada em um universo alternativa (UA ou AU, em inglês); reescrever a história a partir de um "e se?"... As possibilidades são infinitas. 

 

Quando uma fanfic é escrita, o conteúdo original não é apropriado nem substituído. Não há prejuízo para o autor. Em alguns casos, pode haver ganho financeiro, como a fanfic de Crepúsculo, Cinquenta Tons de Cinza, porém na maioria das vezes não haverá. Mesmo que haja, não prejudicará a obra original, pois ninguém deixaria de comprar Crepúsculo por já ter lido Cinquenta Tons de Cinza, uma vez que são obras diferentes.

 

A escrita de fanfic não configura crime de plágio, porque o autor original sempre é creditado, porém há vários autores que se sentem bastante incomodados, chegando a processar fãs e pedindo para que não escrevam fanfics. O ideal seria verificar se o autor da obra está de acordo com a escrita de fanfics, embora não haja mecanismo legal que impeça a escrita de fanfics, mesmo que o autor da obra original não seja favorável. 

 

Indo agora para a definição de intertextualidade. Seria uma referência, seja implícita ou explícita, a outra obra, criando uma relação entre os textos. É um recurso bastante utilizados em redações do Enem e vestibulares regionais para embasar argumentos. 

 

A intertextualidade pode ocorrer de diversas formas: 

 

·         Paródia: normalmente ocorre com músicas e filmes, de caráter crítico e humorístico;

·         Paráfrase: reescrever uma frase ou texto com suas palavras;

·    Epígrafe: (não necessariamente uma epígrafe será um intertexto) é uma frase que serve de introdução a um assunto, normalmente usado em monografias. Funciona como uma intertextualidade quando se usa uma frase de outra obra;

·         Citação: citar na íntegra uma frase ou texto;

·         Alusão: referenciar elementos de outras obras.

 

Em uma situação de intertextualidade, usualmente se dá créditos ao autor do texto-base.

 

Finalmente chegando ao plágio, o mais infame (e com razão). Existem três maneiras de plagiar:

 

·         Reprodução integral: cópia da íntegra da obra sem creditar o verdadeiro autor;

·         Reprodução parcial: frases ou parágrafos da obra sem dar crédito sem autor;

·         Conceitual: uso de ideias da obra, apropriando-se delas.

 

Ou seja, configura-se plágio o desrespeito aos direitos autorais.

 

No Código Penal Brasileiro, no artigo 184, consta:

"Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

"Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)"

 

E, além disso, na Lei brasileira 9.610/1998 está escrito:

 

"Art. 103 – Quem editar obra literária, artística ou científica, sem autorização do titular, perderá para este os exemplares que se apreenderem e pagar-lhe-á o preço dos que tiver vendido.

"Art. 106 – A sentença condenatória poderá determinar a destruição de todos os exemplares ilícitos, bem como as matrizes, moldes, negativos e demais elementos utilizados para praticar o ilícito civil, assim como a perda de máquinas, equipamentos e insumos destinados a tal fim ou, servindo eles unicamente para o fim ilícito, sua destruição."

 

Assim, podemos concluir que intertextualidade não é plágio, uma vez que há créditos ao autor da obra original. No caso das fanfics, de certa maneira, os ficwriters se apropriam das ideias do autor, contudo, lhe é dado os devidos créditos a trama, universo, personagens e etc., de forma que também não é plágio.

 

Há um tratado internacional importante. A Convenção de Berna, que regulamenta os direitos autorais dos países que assinaram o tratado, sendo o Brasil um deles. Nela está escrito:

 

"3) são protegidas como obras originais, sem prejuízo dos direitos do autor da obra original, as traduções, adaptações, arranjos musicais e outras transformações de uma obra literária ou artística."

 

Ou seja, além das fanfics e intertextos não serem plágio, elas são obras também protegidas pelos direitos autorais.

 

Muito que bem, agora que apresentei o conceito de fanfic, intertextualidade e plágio, façamos um comparativo entre os três termos.

 

Fanfic é uma criação ficcional não canônica baseada em outra obra, utilizando-se das ideias do autor original com os devidos créditos.

 

A intertextualidade utiliza elementos e faz referências ao texto-base. Difere da fanfic no que tange ao uso da obra original e a forma como é construída: as fanfictions são apenas textos escritos, enquanto intertextos podem ser manifestados de várias formas; além disso, fanfic de baseia na obra original enquanto intertexto faz referência a ela.

 

O plágio, por fim, a grosso modo, é o roubo de propriedade intelectual, não sendo considerado plágio a fanfic ou o intertexto.

 

E chegamos ao fim do artigo! A questão de fanfic ser plágio ou não é bastante polêmica devido a vários processos envolvendo autores e fãs, mas espero ter dado uma luz nisso tudo e esclarecido quaisquer dúvidas.


Até o próximo post!


Fontes:

www.queriaestarlendo.com.br/2019/02/eles-nao-5-autores-que-nao-gostam-de.html?m=1 por Bianca da Silva

https://www.todamateria.com.br/intertextualidade/ 

https://avctoris.com/fanfic-tem-copyright-direito-autoral/ 

 


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Como Escrever Histórias em Formato de Diário

domingo, 12 de abril de 2020

Por: queijo e uvas passas


Olá novamente! Aqui quem escreve é a beta queijo e uvas passas.
Nessa quarentena, que tal arriscar-se escrevendo alguma coisa diferente? Quem sabe uma história escrita em formato de diário? Tem interesse, mas não sabe como fazer isso? Tudo bem, estou aqui para te ajudar. *piscadinha*
Primeiramente, as histórias escritas dessa forma costumam possuir indicação de data com dia, mês e ano e uma assinatura no final do registro, e também são escritas em primeira pessoa. Por exemplo:
07/08/2005 (data)
Querido diário,
Hoje briguei com mamãe. Foi horrível! [continua...]
Por hoje é só.
Com carinho, queijo e uvas passas. (assinatura no final)
Contudo, esse é apenas o formato do diário. Escrever a história requer cuidados e, para planejar-se antes de iniciar sua jornada, tenho algumas perguntas que podem lhe auxiliar.

1)      Quem é o dono do diário?
É muito importante pensar no personagem, como ele será e, talvez o mais relevante, como verá a si próprio. Pense nas características mais relevantes sobre ele e, ao longo da narrativa, vá apresentando ao leitor. Se o protagonista tem uma autoestima muito baixa (e isso é importante para a história!), deixe implícito fazendo pequenos apontamentos: “me olhei no espelho ao acordar e minha aparência estava horrível”, “como ele poderia gostar de mim? É mil vezes mais bonito que eu!”.
Apresentar as características do personagem desse modo é mais realista, afinal ninguém começaria um diário escrevendo que é introvertido ou extrovertido, lindo ou feio, etc. A pessoa apenas contaria sua vida e a sua personalidade iria se revelando aos poucos.
Talvez seja relevante o protagonista falar sobre o contexto em que vive, mas isso depende bastante da história. Aqui usarei como exemplo o diário mais famoso da história: O Diário de Anne Frank. Tudo que ocorria ao redor dela, como o holocausto, a ascensão e a queda do nazismo, a perseguição aos judeus era muito importante para ela e para que ela pudesse contar sua história no diário. Todavia, será que todo esse contexto seria tão notório e considerável se Anne não fosse judia? Se a menina estivesse à parte dessa situação, talvez todos esses fatos não tivessem sido citados.

2)      Como ele se apresentará aos leitores?
Como eu disse na primeira pergunta, é de extrema importância a visão que o protagonista possui de si mesmo. Isso determinará como os leitores o verão. “Mas como assim?” você pode perguntar. Veja bem, se fosse uma história menos pessoal, talvez escrita em terceira pessoa, poderíamos tirar nossas próprias conclusões sobre os personagens e as situações ao ler as histórias. Porém é um diário, o qual é escrito em primeira pessoa, o que significa que, de certa forma, seremos influenciados pelas visões pessoais do protagonista. Ou seja, o modo como ele percebe as coisas e a si mesmo afeta a nossa percepção enquanto leitores. Por isso, planeje bem o modo como o protagonista perceberá o mundo, porque ele será os olhos dos leitores!

3)      Irá interagir com o diário ou apenas escrever?
No exemplo de datação e assinatura que dei acima, o personagem referiu-se ao diário por meio daquela expressão bem conhecida “Querido diário”. Essa seria uma forma de interação com o diário. No caso de O Diário de Anne Frank, foi atribuído o nome de Kitty ao diário e era assim que Anne se referia a ele. Você, assim como ela, pode inventar diferentes maneiras para que o seu protagonista dirija-se ao diário. Ou pode não usar esse recurso. Pode apenas colocar a data e então escrever.
O que determina o que você fará, além de querer ou não, é claro, é a personalidade do protagonista, bem como a idade que também deve ser levada em consideração. Uma menina de 11 anos escrevendo “Querido diário” é comum, mas uma mulher de 35, mais madura, provavelmente não interagiria com o diário.

4)      Em que momento o protagonista ganhará ou comprará o diário?
Alguém deu o diário ao protagonista? Em que contexto? Quem deu? Isso tem algum significado? De repente o responsável por ele deu o diário por recomendação do psicólogo. Ou o personagem pode ter percebido que precisava desabafar e comprou um diário para si.
É interessante começar os registros no dia em que foi recebido, assim pode contar tudo isso e também quais são as pretensões quanto ao diário: vai tentar escrever todo dia? Ou pretende apenas registrar se algo extraordinário acontecer no dia? Está contente com o diário ou ficou aborrecido? No caso de ter recebido como presente, gosta da pessoa que o presenteou? No caso de ter comprado, está satisfeito com a compra ou arrependeu-se?

5)      Qual a motivação do protagonista em fazer os registros diários?
Certo, você tem o protagonista, tem o diário, tem o contexto todo da história. Contudo o que motiva o protagonista a escrever? É recomendação do psicólogo, como sugeri antes? Ou apenas um meio de se expressar? O personagem se sente aliviado a escrever, sendo uma espécie de terapia?
É relevante que o protagonista tenha um motivo e que seja explícito, isso acrescenta propósito à história.

6)      Qual é a história a ser contada?
Essa questão está intimamente atrelada à anterior. Se a história possui propósito é porque ela é importante e merece ser contada. Então, qual é a história desse protagonista?
Está dando a volta ao mundo em uma expedição fantástica? Está vivendo uma pandemia (cof cof covid-19)? Ou algum momento histórico como uma guerra? Talvez seja apenas um adolescente descobrindo-se sexualmente, por que não? Ou um homem que leva uma vida monótona até descobrir o propósito da sua vida. Há inúmeras possibilidades, infinitas histórias a serem contadas. Sejam elas “grandiosas” ou não, todas merecem ser contadas.
Agora, vamos ver algumas dicas! J

Mantenha a personalidade do protagonista! Se ele começou a história com autoestima baixa, como pode terminar se amando sem ter havido uma mudança clara quanto a isso? O personagem vai amadurecer e se desenvolver, mas isso não é da noite para o dia, é um processo, por isso tenha cuidado. E se por acaso algum dia ele for levantar sentindo-se bem sem motivo aparente, precisa deixar claro que é uma situação inusitada (até porque somos humanos e às vezes acordamos com sentimentos e sensações distintas dos que costumamos sentir).

Lembre-se de que o leitor não conhece o universo fictício do diário. Por isso, tenha cuidado para situá-lo e explicar situações que podem não ficar claras por si só. Se o personagem mal fala com o padrasto, é interessante explicar o porquê, quando isso começou e etc.; assim, os leitores entenderão porque ambos se desgostam e, consequentemente, porque não há interação animosa entre ambos.

O recurso de flashbacks é muito legal para explicar essas situações do passado. E também tem o chamado fluxo de consciência, no qual o protagonista reflete sobre eventos passados com a sua atual consciência e comparando-a o que sentiu na época. Utilizando-se do exemplo acima, você poderia, por exemplo, descrever uma cena de briga entre o padrasto e protagonista ocorrida há cinco anos e, após, fazer questionamentos sobre o que levou a tudo, de quem foi a verdadeira culpa, se houve de fato apenas um culpado.

Outro aspecto a ser considerado no planejamento, e isso depende bastante da história a ser escrita, é o de protagonista possuir algum segredo oculto até mesmo do próprio diário. A revelação bombástica pode levar ao clímax da história se for bem trabalhado.
Bom, creio que dei todos os conselhos que pude! Hehe Espero ter ajudado a todos que leram.
Até mais ver! <3
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Como Abordar Temas Polêmicos de Forma Consciente

domingo, 16 de fevereiro de 2020
notebook, caderno, caneta, óculos


Por: queijo e uvas passas

Olá, pessoinhas! Tudo bem? Hoje o post no blog é uma discussão sobre como abordar temas polêmicos de forma consciente nas fanfictions.
Muitas vezes ao lermos fanfics, nos deparamos com as seguintes situações: romantização de estupro, relacionamentos abusivos, assédio, dentre outras situações preocupantes. A abordagem de temáticas delicadas requer responsabilidade por parte dos autores e gera bastante discussão: esses comportamentos de personagens fictícios influenciam os leitores na vida real?
Quando a história conta uma situação de estupro, assédio, abusos é importante esclarecer aos leitores previamente. Há muitas pessoas sensíveis a essas situações e para as quais a leitura geraria um gatilho; portanto, é preciso ter responsabilidade e sempre indicar nos avisos e notas iniciais da fanfic/original. Bem como pôr a classificação indicativa correta! Caso você tenha começado a escrever e não tenha planejado isso, mas precisa que aconteça para dar continuidade à história, sem problemas. Apenas mude os avisos e coloque um comunicado grande no início do capítulo. Lembre-se de que você não é responsável pelo que as outras pessoas sentem e o que viveram, porém é 100% responsável pelo que escreve.
Seguindo esse mesmo pensamento, não há como atribuir a culpa aos escritores pelos comportamentos negligentes de pessoas reais. Se o leitor leu os avisos, viu a classificação indicativa e sentiu-se apto a ler a história, é dele que deve vir a maturidade e consciência de entender que aquele comportamento é doentio e deplorável e não deve ser reproduzido. (Aliás, se você, como leitor, leu uma fanfic que continha estupro, assédio, relacionamentos abusivos, seja de forma romantizada ou não, e sentiu-se tentado a comportar-se daquela maneira, realizar aquelas ações, procure ajuda profissional urgentemente!) E os responsáveis pela criança/adolescente que lê fanfics devem sempre supervisionar as leituras.
Chegamos, pois, a outro impasse. E o que acontece quando um jovem lê uma fanfic com um relacionamento abusivo, por exemplo, mas romantizado e normalizado? Como se, de fato, fosse uma história de amor? Nem todos os leitores são maduros o suficiente para compreender o abuso e o pior é que, por falta de orientação, podem acabar vivendo essa situação na vida real sem identificar; não por influência das fanfics, mas por não perceberem que não é normal, nem aceitável. A arte é a forma mais antiga de manifestação do ser humano e ao longo da história serviu como conscientizadora e foi usada como forma de protesto. Quando se trata desses temas, é importante considerar essa abordagem da arte, a de conscientizar, para que cada vez mais jovens e adultos sejam capazes de detectar abusos e evitá-los.
Uma das melhores alternativas para resolver essa situação é denunciar as fanfics que romantizam situações abusivas e conversar com os escritores e leitores a respeito. Felizmente é um debate aberto, no grupo oficial do Nyah! no Facebook, por exemplo, discussões sobre o assunto e relacionados já foram abordados pelos integrantes diversas vezes.
Para os escritores, a principal dica para descrever situações de estupro, abusivas de forma consciente é ter empatia. Ninguém se apaixona pelo seu raptor a menos que tenha Síndrome de Estocolmo. (E mesmo essa condição psicológica deve ser retratada de modo a se entender que não é romantização, que é um problema e deve ser tratado como tal.) O estuprador não é carinhoso, atencioso, nem se importa com a vítima (estuprador não é nem gente, em primeiro lugar). Essas situações geram traumas, sequelas, sofrimentos. Muitas vezes até pensar nisso é difícil. Por isso, se colocar no lugar da vítima é necessário.
Caso queira escrever do ponto de vista do abusador, é a mesma situação. Lembrando que deve-se deixar claro que de que a pessoa não é normal, tem sérios problemas e precisaria de ajuda para se reintegrar na sociedade. É importante pesquisar sobre as condições psicológicas que levam a esses comportamentos. Temos o exemplo do livro Lolita, de Vladimir Nabokov, o qual é narrado pelo ponto de vista de Humbert, o pedófilo, porém a condição de pedofilia e os abusos são deixados claros.
E, é claro, há vários depoimentos e histórias reais na internet. É interessante buscá-los como fonte de inspiração para escrever com o máximo de verossimilhança.
A ficção, portanto, não inspira jovens a tomarem atitudes abusivas quando esses leitores possuem a idade e a maturidade para compreenderem a situação. (Devemos abordar esses temas com crianças também, porém considerando o seu nível de intelecto e entendimento, e com explicações e alertas dos pais/responsáveis/professores e não por meio de obras fictícias.) Contudo, como já dito, leituras que romantizam essas situações podem levar os leitores a normalizarem os abusos e, posteriormente, não terem o conhecimento para identificar essas situações.
Na dúvida sobre estar abordando da forma correta ou não, peça ajuda! Pergunte a amigos, outros escritores e até aos próprios betas da Liga (como assim você não tem um beta? Tá esperando o que para entrar em contato com um??? xD).
Por hoje é isso, espero tê-los ajudado!
Até o próximo post!
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