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Lira dos Betas no Blog #9

sábado, 17 de abril de 2021

 

 
Por: Rienne de Clairmont

 Poema originalmente publicado no Lira dos Betas.

Take me Away

 

Take me away.
Take me away from all the lights.
Take me away from all the noises.
Take me away from everyone.
Take me away from the nightmares.
Take me away from my screams.
Take me away from my pain.
Take me away from my reality.
Take me to a fantasy.
Where I can be happy with you.
Where my nightmares are beautiful dreams.
Where all the darkness is light.
It doesn’t have to be far away.
Your arms are enough.
Your heat is enough.
Your light lightens me.
You make me wanna live. 

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Lira dos Betas no Blog #8

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Por: queijo e uvas passas

 

 Este texto foi publicado originalmente no Lira dos Betas, a caixa de poesias da Liga dos Betas.

To fix alone

 

I was broken
so you fixed me
but you forgot to fix the most importante part:
my head
there are disruptions everywhere
and I don't know how to fix they alone
by myself
so I ask you to fix my head like you fix the remainder of my body
but you left me
to fix my head alone
by myself 

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Lira dos Betas no Blog #7

sexta-feira, 26 de março de 2021

Por: Fuyu

Este texto foi publicado originalmente no Lira dos Betas. O Lira é a caixa de poesia da Liga dos Betas, com textos escritos pelos nossos membros. A parceria entre o Blog e o Lira faz com que toda a semana, a nossa programação seja iniciada com um toque de poesia. Agradecemos a Fuyu por autorizar a republicação!

 

 Existere

Meus pensamentos são redemoinho
A pergunta surge
A resposta não vem
Olho para mim e vejo ninguém

Sentimento é mais que você pensa
É presença
É o "aqui"
Viver não faz diferença
Mas é reunião de ir e vir

Perguntam sobre vivência
Eu lhes digo: "por aí"
Não se sabe como pensa
Apenas que terá que existir

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Lira dos Betas no Blog #6

sexta-feira, 19 de março de 2021
Por: FoxyBlanc
 
Este texto foi publicado originalmente no Lira dos Betas. O Lira é a caixa de poesia da Liga dos Betas, com textos escritos pelos nossos membros. A parceria entre o Blog e o Lira faz com que toda a semana, a nossa programação seja iniciada com um toque de poesia. Agradecemos a FoxyBlanc por autorizar a republicação!
 
 
 Good and Bad 🐍
 

-Conflict-

A black thread opened, revealing the snake's mouth. The black flesh of its insides scared Draco, sinking him into a tremendous shortness of breath.
His muscles tensed. His half-open mouth was static, he had forgotten to breathe for seconds, when he remembered, the black mamba had already struck his face.
In moments, Malfoy had a spasm in his bed, his dry throat managed to contain a cry of astonishment. Draco's gaze flickered across the room, looking for someone. Here were alone.
He tried to support himself by curling up on the bed, bringing his hands up to his head. His mark on his left arm looked at him, disgusted by the attitudes and dreams that Draco began to have after being marked.
He felt guilty, ashamed for his actions, but mainly for always feeling that his house was to blame for everything.
Slytherin.
Could a Malfoy feel ashamed for the house that has welcomed his family for so many generations? Perhaps that was one of the reasons why one of the deadliest snakes were trying to kill him every night in his dreams. For Draco it was not fear anymore, it was shame, as he had always thought they were noble and majestic.
His house was supposed to mirror his decisions, but Draco couldn't agree with many. To the point that, at that moment, he no longer saw his own nature.
Draco was not bad. Draco didn't think his home was — or needed — to be mean.
Draco would never choose that house if he knew all the suffering he would experience, but even less would change it.
He knew that there, and only there, he felt welcomed even if some of his colleagues chose such a cruel path, which, for Draco, did not reflect even half of what the real Slytherin was.
The Slytherin he wanted to be.

 
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Lira dos Betas no Blog #4

sexta-feira, 5 de março de 2021
Por: Jack White
 
Este texto foi publicado originalmente no Lira dos Betas. O Lira é a caixa de poesia da Liga dos Betas, com textos escritos pelos nossos membros. A parceria entre o Blog e o Lira faz com que toda a semana, a nossa programação seja iniciada com um toque de poesia. Agradecemos ao beta Jack White por autorizar a republicação!
 
Apaixonado por um Fantasma

Teus olhos verdes.
Teu sorriso encantador.
Tuas palavras bondosas.

Eu não queria me apegar
Eu não queria o teu amor
Mas aos poucos mudei
Por dentro, me sufoquei

E, sem avisos, você partiu
Deveria eu esperar?
Ou seria eu tolo por pensar
Que você ia voltar?

Mas sinto tua companhia
Em meus pensamentos
Em minha esperança
Em meus vãos sentimentos

É a tua ausência o motivo de minhas saudades?
Ou é apenas uma mera ilusão
De quem não quer acreditar em assombração?

É a tua ausência o motivo de minhas saudades?
Ou é apenas uma mera ilusão
De quem não quer acreditar em assombração?  
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Lira dos Betas no Blog #3

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021
Por: Izabel Hiddlesworth
 

 Este texto foi publicado originalmente no Lira dos Betas. O Lira é a caixa de poesia da Liga dos Betas, com textos escritos pelos nossos membros. A parceria entre o Blog e o Lira faz com que toda a semana, a nossa programação seja iniciada com um toque de poesia. Agradecemos a Izabel Hiddlesworth por autorizar a republicação!

A morte vem enfim

No meu peito arde uma dor de milhões de anos
E agora eu calculo os danos
E rasgo os panos
Num tempo que não há de ter fim

Na minha língua queima uma palavra santa
Dentre outras tantas
Que se prometiam mansas
Mas mataram o amor que havia em mim

Dos meus olhos escorre um veneno morno
Que nunca fez parte do todo
Mas era suposto
Que nutrisse meu sangue carmesim

Nos meus ouvidos urge uma música louca
De notas tocadas em rotas
De rimas quebradas e tortas
Que marca o ritmo de um violento festim

Da minha pele brotam espinhos vis
E eu furo meus dedos, como pede o delfim
Porque minha vida é esta angústia que fiz
A pedra crua, coberta de alecrins.

 

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Lira dos Betas no Blog #2

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Por: Rienne De Clairmont

 

 Este texto foi publicado originalmente no Lira dos Betas. O Lira é a caixa de poesia da Liga dos Betas, com textos escritos pelos nossos membros. A parceria entre o Blog e o Lira faz com que toda a semana, a nossa programação seja iniciada com um toque de poesia. Agradecemos a Rienne De Clairmont por autorizar a republicação!

Deixa ir

Esses dias pensei em nós e em como eu sinto a sua falta
Lembro-me de como foi fácil me apaixonar por você e deixar-me levar pelas suas ondas tranquilas, sem medo
Sua imagem ainda está pintada em minhas pálpebras e sempre que fecho meus olhos eu a vejo
Seus cabelos longos e delicados
Sua boca macia e fala mansa
Sua personalidade era capaz de iluminar o mais escuro dos ambientes
Você era como o verão e a sua brisa quente, agora seu calor está sumindo aos poucos da minha pele, dando lugar a brisa fria do inverno
A dor me rasga a cada minuto com o pensamento de que eu já não tenho você em meus braços
Você está tão longe e tão perto ao mesmo tempo
Eu ainda te vejo naquele café em que nos conhecemos, sentada na nossa mesa, mas agora, com outra pessoa
Você foi a única que recebeu os meus demônios de braços abertos
E, no meu momento mais escuro, esteve lá para pegar os grãos de areia que escapavam das minhas mãos
Nós tínhamos o mundo pela frente
Tantas aventuras a se viver
Mas a vida não quis assim
Você me disse que se perdeu ao meu lado, que a minha escuridão a engoliu
A sua partida me estilhaçou de uma maneira que até hoje tento juntar os cacos da minha alma que se quebra a cada vez que vejo um sorriso seu causado por outra pessoa
Ah, como eu amava os teus sorrisos, a sua risada, eu me sentia em casa
Mas eu fui tão cego que não fui capaz de notar você definhando bem diante dos meus olhos
Com o tempo, sua risada morreu, seu sorriso perdeu a luz e por fim seus olhos já não exalavam felicidade
Eu continuava dizendo para mim mesmo que tudo estava bem e que você estava feliz
Então você me deixou
E toda a tempestade voltou
Me perdi no mundo, perdi minha alma, perdi meu farol
Hoje eu aceito a dor com um sorriso no rosto se isso significar a sua felicidade
Aceito cair em esquecimento se isso significar o seu renascimento
Estou quebrado, mas feliz, pois você se reencontrou, mesmo que não seja do meu lado.

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As imagens que servem de ilustração para o posts do blog foram encontradas mediante pesquisa no google.com e não visamos nenhum fim comercial com suas respectivas veiculações. Ainda assim, se estamos usando indevidamente uma imagem sua, envie-nos um e-mail que a retiraremos no mesmo instante. Feito com ♥ Lariz Santana